quinta-feira, 13 de junho de 2013

Ele já esteve em mundos abissais, e agora estará em Santa Cruz do Sul para falar sobre o que aprendeu por lá



Pessoal,

Neste “Planeta Água”, quase erroneamente chamado Planeta Terra, há muito a se descobrir, compreender e, mais que tudo, a se proteger da devastação, fatal para incontáveis vidas vegetais e animais, incluindo o próprio primata autodenominado ser humano, o principal responsávei por tantos barabarismos contra o ecossistema global. Assim, não acho recomendável esperarmos algum disco-voador ou santo extraterrestre para assumir algo que depende da ampla conscientização e ações concretíssimas de nós mesmo, terráqueos "sapiens".

Uma das grandes figuras mundiais da proteção do oceanos e demais mananciais de água e vida aquática é Jean-Michel Cousteau, filho do lendário oceanógrafo francês e documentarista Jaques Cousteau. Pois Jean-Michel, que participou das expedições de seu pais desde os sete anos de idade, continuando e ampliando sua obra pioneira, estará aqui em Santa Cruz do Sul, na Universidade de Santa Cruz – UNISC –, na semana que vem, dia 18 de junho de 2013.

Para mais detalhes sobre Jean-Michel-Cousteau e suas atividades aqui em Santa Cruz, acesse o endereço:

http://www.unisc.br/site/palestra-jean-michel-cousteau/

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Uma curiosidade sobre o pai do palestrante:

Jacques-Yves Cousteau foi tema de um álbum do compositor e tecladista, pioneiro da new age e da música eletrônica pop, Jean Michel Jarre, também francês. Lançadas em 1990, homenageava Cousteau em seus 80 anos de vida e seu ativismo ambiental que atingiu milhões de pessoas pelo mundo afora (programas de TV, documentários, palestras, reuniões com personalidades mundiais etc.). São quatro faixas, uma delas, “Waiting for Cousteau”, também título do disco, possui quase 47 minutos (as outras – mais três faixas – em torno de 7 minutos cada uma).

A canção “Waiting for Cousteau” pode ser acessada no seguinte endereço:

http://www.youtube.com/watch?v=pH2UxxdXAfg


O músico Jean Michel Jarre também se celebrizou por espetáculos ao ar-livre e temáticas humanistas e ambientais de seus álbuns e shows, demonstrando o seu engajamento. A Wikipedia registra algo derivado de suas ligações a preocupações planetárias:

“Em 1986 ele trabalhou num concerto com a NASA: o astronauta Ronald McNair iria tocar o solo de saxofone da música Rendez-Vous VI enquanto estivesse em órbita no Ônibus espacial Challenger3 , enquanto os seus batimentos cardíacos seriam usados como amostras de som na mesma música. Esta seria a primeira música gravada do espaço, a ser incluída no álbum Rendez-Vous. Após o desastre com a espaçonave Challenger em 28 de Janeiro de 1986, a música foi gravada com outro saxofonista, recebeu o nome de Last Rendez-Vous - Ron's Piece e tanto a música, como o álbum foram dedicados aos astronautas mortos no acidente com a Challenger. Ele [Jean Michel Jarre] é um Embaixador da Boa Vontade da UNESCO, dedicado à causa da cultura, informação e liberdade” (em http://pt.wikipedia.org/wiki/Waiting_For_Cousteau).


A discografia, além de dados profissionais e biográficos de Jarre, podem ser acessados por aqui:

http://www.allmusic.com/artist/jean-michel-jarre-mn0000230593


***Comentário de um amigo:

Para completar, concordo plenamente e irrestrita com teus argumentos do primeiro parágrafo [da mensagem acima], pois se fala muito aos quatro cantos do mundo (os esotéricos), mas tambem em grupos ufológicos, que os extraterrestres VÃO SALVAR o planeta Terra. Acho isso inconcebível, pois quem tem consciência dos danos que a fauna e a flora sofrem todos os dias do ano, e só procurar por estas informações de notícias em qualquer lugar do planeta, que encontrará. [...] São atitudes de humanos, e não ETs, que vão salvar a vida na Terra, de pessoas gananciosas e alheias para com o respeito próximo. Certa ocasião, uma amiga, que já pertenceu a grupos ufológicos, deu seu parecer respondendo com críticas duras essa mentalidade de esperar que os ETs de luz estão cuidando de nós para que o planeta não seja agredido. Óra bolas... há décadas que coexistem a devastação e a negligencia por interesses excusos.

N.

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