
O extraordinário está aqui e a ciência “normal” pode nos revelar maravilhas sem precisar se acender incenso de patchouli – mesmo que o cheiro seja delicioso e bom para relaxar!
Lendo um artigo do biólogo norte-americano Edward Wilson, publicado no site da revista National Geographic, me deparei com a indicação de um site mui interessante, que nos dá uma ideia sobre importância, quantidade e diversidade de seres vivos com os quais habitamos nesse pequeno – mas tão espantoso! – planeta Terra. Trata-se de um enciclopédia on-line, a “Enciclopédia da Vida” – Acceso global al conocimiento sobre la vida en la Tierra”. Dá para acessar em espanhol:
http://eol.org/
ETs, chupa-cabras, intraterrenos?? Nada disso é “páreo” para a diversidade e complexidade estonteantes de criaturas que vivem AQUI MESMO na Terra, seja no solo, subsolo, nas águas e outros meios. A grande maioria deles são pouco visíveis e até invisíveis ao olho humano natural – além daqueles completamente inacessíveis, porque vivem em ambiente extremos, como nas fossas oceânicas abissais, sem nenhuma luz solar, tirando sua energia de emissões vulcânicas.
Costumamos saber pouco ou quase nada sobre esse companheiros de Planeta – em se falando só das espécie catalogadas, que são a menor parcela, pelo o que estimam os estudiosos. Por algum impulso pelo extraordinário intangível, deixamos de lado o que é extraordinário mas tangível, e que está “na nossa frente” disponível a todos através dos registros de pesquisadores da natureza, biólogos, zoólogos, paleontólogos etc.
Muitas vezes acabamos por dar mais importâncias a supostos fantasmas, espíritos e “seres de outros planetas” do que essa miríade de criaturas fantásticas, que, de algum modo, contam também a nossa própria história enquanto seres vivos desse “pequeno vasto mundo”.
