terça-feira, 19 de junho de 2012

"O melhor filme de alienígenas da história do cinema" completou 30 anos de lançamento


Falando em moldagem do imaginário, completou-se na semana passada 30 anos da estreia nos cinema de ET, O Extraterrestre, outro clássico emplacado pelo diretor Steven Spielberg.

Olha o que diz a reportagem do portal Terra:

“O drama do pequeno extraterrestre E.T., perdido na Terra e empenhado em telefonar para sua casa, comoveu milhões de espectadores há 30 anos, tempo em que se consolidou como o melhor filme de alienígenas da história do cinema. E.T.: O Extraterrestre estreou nos Estados Unidos em 11 de junho de 1982, poucos dias após ser apresentado no Festival de Cannes, entre os aplausos da crítica e do público.  A produção foi um sucesso de bilheteria e recebeu nove indicações ao Oscar - entre elas as de melhor filme, direção e roteiro - levando quatro prêmios: melhores efeitos especiais, melhores efeitos sonoros, melhor som e trilha sonora original, com a inesquecível composição de John Williams.”

Definitivamente, pelo tremendo sucesso do filme – e que continua emocionando as pessoas em seus relançamentos periódicos e nos infindávei downloads e locações – , os extraterrestres são incorporados no imaginário da humanidade de uma forma massiva (proporcionado pela abrangência global da indústria cultural americana). Não como seres malignos, mas empaticamente, como já aconteceu através de outro filme do “mago” Spielbeg, o “Contatos Imediatos”. Já, filmes como “Alien, o 8º passageiro” (outro clássico sensacional, este de Ridley Scott), apresentam a figura de um ser extreterrestre de forma assustadora, ameaçadora, cruel. Spielberg constrói a ideia da possibilidade não só do contato, mas da amizade, da colaboração, da harmonia entre humanos e ETs.

No “mundo da ufologia”, a ficção literária e o cinematográfica são uma base psicológica importantíssima para entendermos (e explicarmos) boa parte dos relatos ufológicos – avistamentos, abduções, enfim, contatos.

***Acima, ilustração com a nave que vem regatar o E.T. do filme. Em sua configuração, elementos já estabelecidos do imaginário para um veículo de viagem espacial, e, ao mesmo tempo, que, pela divulgação massiva, estabelece um padrão que bem possivelmente confugura relatados como avistamentos tidos como "reais".

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